quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quer Saber da Resposta?

A natureza revela a criatividade de um Deus dinâmico. Basta observar as estações do ano, as fases da lua ou as cores do céu para crermos na "multiforme sabedoria de Deus" (Efésios 3:10). O Criador não se detém a manuais técnicos, humanos e repetitivos. Ele geralmente age de maneira imprevisível (v. 20).

Muitas vezes desejamos por uma resposta divina, mas não a compreendemos quando a mesma chega (Isaías 55:8). Isso acontece porque costumamos esperar que o Senhor atue exatamente da maneira que esperamos ou conforme experiência passada. Deus tem formas diferentes de trabalhar, no que diz a Palavra "Deus sempre faz coisas novas" (Apocalipse 21:5).

Corremos o risco de ficar olhando fixamente numa direção e não conseguir enxergar a resposta divina há um palmo do nariz. Não é de adimirar se, nesse instante, sentirmos a mão de Deus tocar em nosso ombro e uma voz dizer meigamente: "Ei, rapaz! Eu estou bem aqui" (Atos 17:27).

Em toda a Bíblia, o Senhor sempre se utilizou de diversos meios para dar respostas ao Seu povo. Para responder a Moisés, Ele usou a sarça ardente (Êxodo 3:2); para Davi, a pedrinha (I Samuel 17:49); para Jeremias, a vara de amendoeira (Jeremias 1:11); e para a humanidade, Ele fez uso da cruz (Efésios 2:16).
No caminho de Emaús, Jesus, após a ressurreição, "manifestou-se de outra forma" aos dois discípulos (Marcos 16:12). Vale lembrar, ainda, que a compreensão da revelação de Deus depende de quão perto estamos dEle. Obedecer, orar e ler a Palavra são os primeiros passos.

Se você está buscando uma resposta de Deus há algum tempo, há grande possibilidade de você ainda não ter percebido o que Ele lhe respondeu. Pare agora e pense nos sinais que vem recebendo (Hebreus 3:15). Certamente Deus tem falado ao seu coração, se não antes, talvez agora através desta mensagem.



sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Segredo da Bênção

Nas regiões áridas da cidade de Samaria encontramos o Mestre. Seus pés empoeirados e os cabelos colados ao suor do rosto o denunciam: "Ele precisa de água"! O Jesus-humano provavelmente não havia comido e nem bebido até aquela hora (quase meio dia).

Os discípulos foram comprar comida na cidade. Nesse momento, Jesus aproveitara para descansar junto ao poço de Jacó, quando veio uma mulher samaritana buscar água e Jesus lhe pede: "Dá-me de beber". O pedido soou estranho para ela: "Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?" (João 4:9).

Para você, a solicitação também pode causar surpresa, mas por outro motivo: Deus não precisa de nada! Jesus poderia fazer água jorrar do poço, da terra, do nada... (Mateus 28:18). O dono de todos os mares, rios e fontes do mundo (Salmos 24:1) suplicou a uma pobre mulher samaritana um pouco de água. Por quê?

A resposta é dada no versículo seguinte: "Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva" (v.10). Jesus, assim pediu, não porque precisasse de alguma coisa, mas simplesmente porque queria dar-lhe algo melhor.

Eis uma grande verdade bíblica: "É melhor dar do que receber" (Atos 20:35). Abraão entregou sua parentela, tornando-se o pai de muitas nações (Gn 12:1; Gn 17:4). Isaías entregou seus lábios e Deus o fez ser o maior profeta messiânico (Isaías 6:8). Da mesma forma, se nós entregarmos as nossas vidas a Jesus, receberemos cem vezes mais aqui na terra e, no futuro, a vida eterna (Marcos 10:28-30).

Assim, toda vez que o Senhor pedir-lhe algo não se entristeça, mas alegre-se pela oportunidade de ser abençoado. Aqueles que são fiéis no pouco, o Senhor os abençoará com a fartura (Mateus 25:23). Se desejamos desfrutar das bênçãos divinas, precisamos entregar voluntariamente as nossas vidas pela causa do Mestre (Marcos 8:35).

E, por falar nisso, você já sabe o que Deus está requerendo de você agora? Essa pode ser a sua chance! "Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nEle, e ele tudo fará” (Salmo 37:5).

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Quem Quer Uma Cruz?

Certo homem chamado Simão, teve uma experiência inédita que mudaria para sempre a sua história. Esse cireniano era um nobre desconhecido que, não por coincidência, estava no caminho por onde Jesus agonizava rumo ao Gólgota.

O Cristo de Deus caminhava exausto: nenhuma refeição na noite anterior e, até àquela hora de almoço, o jejum ainda não havia sido quebrado. Sem falar na coroa de espinhos provocando pequenos riachos de sangue em sua face e as inúmeras feridas abertas pelo corpo.

A cruz que lhe é imposta a carregar se torna muito pesada. Jesus cambaleia e cai. Tenta levantar-se... o corpo parece obedecer mais ao cansaço que ao seu dono... Ali está uma cruz que precisa ser carregada, um homem que poderia estar na UTI, alguns soldados que o insultam e uma turba sangüinária. Nenhum voluntário oferece ajuda. Quase todos se afastam.

Isso mesmo: "Quase Todos". Enquanto a maioria se distancia da cruz do nazareno, Simão de Cirene fica cada vez mais próximo dela. O soldado romano levou menos que instantes para decidir: "leve a cruz dele"! Simão até quis "fugir da raia", mas ele já estava perto de Cristo o bastante (Marcos 15:21; Lucas 23:26).

Aquele homem aceitou o desafio que seria imitado por milhões de pessoas em todo o mundo: tomar a cruz de Cristo e segui-lo. Foi a isso que o Senhor se referiu ao dizer: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me" (Lucas 9:23).
E ainda: "E quem não toma a SUA CRUZ, e não segue após mim, não é digno de mim" (Mateus 10:38). A expressão "sua cruz" implica dizer que nenhum cristão pode fugir dessa realidade. Existe uma cruz a ser carregada por aqueles que aceitam "cumprir o resto das aflições de Cristo" (Colossenses 1:24).

Para você, a cruz pode estar pesada a ponto de fazê-lo entender que seja momento de parar, dar um tempo ou tirar férias da fé. Mas é preciso que entendamos o seguinte: a SUA CRUZ não pode ser maior que a capacidade que Deus te deu para carregá-la (I Corintios 10:13).

O fardo que o Senhor nos entregou não é um fardo muito pesado (Mateus 11:30) e a nossa missão é carregá-lo entendendo que, ao final do caminho, teremos vitória, a exemplo do Salvador que "pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2b).

Ainda que tenhamos algumas aflições em decidir por seguir a Cristo (Salmo 34:19; João 16:33), somente aqueles que têm coragem de deixar o mundo de pecado e ir após o meigo Jesus, são fortes candidatos a sair do anonimato de Simão e entrar heroicamente na história.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Escolhido Para Vencer

Apresente-me um motivo para descrer na vitória. Caso consiga, lhe mostrarei mil razões para confiar. Mas, não sendo o suficiente, lembrarei para você a história de Davi.

Durante sua trajetória, o menino ruivo de Belém foi desafiado por diversos gigantes. Um desses foi o “desprezo”: não havia nada mais humilhante que pastorear animais longe de casa (1ª Samuel 16:11). O outro: “indiferença”: foi muito doloroso não ser lembrado pelos seus familiares (16:1-13). O outro: “injúrias”: Golias as fez impiedosamente (17:42-44).

E, na lista interminável de gigantes, o mais feroz chamou-se “inveja”. Mas quem teria inveja de alguém que foi desprezado, renegado e injuriado, a menos que esse quadro tivesse mudado? Aqui existe algo que desejo compartilhar com você: A história de Davi começou a mudar quando Deus passou a abençoá-lo; e isso suscitou inveja em alguém.

Já percebeu que na prova, quase ninguém lembra de você; mas, na bênção, sempre tem alguém querendo “queimá-lo” ou "abafá-lo". Qual a explicação? Foi exatamente a inveja que fez o monarca de Israel mover seus exércitos para matar a Davi.

Ao saber da ira de seu pai Saul para com Davi, seu amigo, Jônatas pediu-lhe um juramento:

“Se eu, então, ainda viver, porventura, não usarás para comigo da bondade do SENHOR, para que não morra? Nem tampouco cortarás jamais da minha casa a tua bondade; nem ainda quando o SENHOR desarraigar da terra todos os inimigos de Davi” (1ª Samuel 20:14,15 ARA).

Observe que Jônatas, e não Davi, é quem diz “se eu ainda viver”. E ainda: “não cortarás jamais da minha casa a tua bondade”. Mas quem estava jurado de morte era Davi! Parece ilógico o filho do rei fazer um pedido desses a alguém que teoricamente estava prestes a morrer.

No entanto, uma coisa que Jônatas sabia, Davi compreendeu e nós temos que aprender é que “o SENHOR vela pela sua Palavra para a cumprir” (Jeremias 1:12). Davi, assim como nós, possuía inúmeras promessas da parte de Deus. Não seria a maldade de Saul que poria um fim à trajetória vitoriosa do escolhido de Deus (Salmo 89:3).

Todos que mencionei anteriormente morreram em combate. Pergunte-me quem ficou vivo, e eu lhe respondo que justamente aquele que teve a cabeça posta a prêmio: “DAVI”. Isso mesmo: Ele tornou-se rei de Israel, foi próspero, entrou na genealogia de Jesus e só morreu quando o Senhor quis. Glória a Deus!!

Aquele que era “segundo o coração de Deus” (Atos 13:22) teve inúmeras razões para escrever:

“É ele que dá a vitória aos reis e que livra a Davi, seu servo, da espada maligna”
(Salmo 144:10).

“Ainda que um exército me cercasse, o meu coração não temeria; ainda que a guerra se levantasse contra mim, nele confiaria” (Salmo 27:3).

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sábado, 15 de agosto de 2009

Escolha Para Eternidade

Os dias que antecedem a vinda do Messias apresentam um cenário desolador. Pai contra filho, filho contra pai, terremotos, maremotos, guerras, rumores, fome, doenças e violência em geral, são sinais que apontam o fim dos tempos. O próprio Jesus nos advertiu acerca dessa triste realidade (Mt 24:6,7).


Assistir telejornais é torturante, a cada dia surgem modalidades novas de crimes. Os delitos graves são facilmente superados por outros ainda piores. Os governantes agem desonestamente, a justiça não funciona e nos sentimos inseguros. Nesse sentido, não há escolha!


Não devemos esperar que as coisas melhorem por aqui, nem pôr nossas esperanças apenas nesta vida (1ª Co 15:19), onde tudo acaba (Mt 6:19). Mas “na nossa cidade que está nos céus” (Hb 11:13-16; 12:22), que é, sem sombra de dúvida, “uma pátria muito melhor”(Fp 3:20).


O próprio Jesus nos garantiu: “E, quando Eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, para que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14:3). Paulo viu esta cidade, e garante que o conforto lá existente “ninguém jamais viu, ouviu ou imaginou” (1ª Co 2:9).


Não haverá caos. Morte? Também não. Cemitérios, remédios ou polícia não encontrarás naquele lugar. Não haverá noite, nem falta luz, porque a central energética de abastecimento se chama Jesus, a luz do mundo (Jo 1:9; 9:5).


Lá será o nosso novo endereço, caso sejamos fiéis a Deus e à sua Palavra (Ap 2:10c). Muitas coisas fogem da nossa capacidade de escolha. Você não pode escolher mudar de planeta, a fim de passar o restante dos seus dias; mas pode optar pela cidade preparada por Jesus, onde passará toda a eternidade. Se eu fosse você, procuraria acertar nessa escolha!


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domingo, 9 de agosto de 2009

Pode Falar Com Ele

Quanto tempo você levaria para conseguir uma conversa com o Presidente? Um mês, semanas, alguns dias... Mesmo tratando-se de "assuntos importantíssimos para a nação" (seus problemas), não seria tão fácil essa audiência.

Nas mãos, você tem uma relação dos assuntos a serem discutidos: suas decepções amorosas, dificuldades financeiras, a traição do colega de trabalho e outras quinhentas coisas. E ainda você não escreveu todas os problemas, pois temia que ele não tivesse paciência de escutar todas as suas reivindicações.

"-Mande um e-mail!" (grita alguém). "-Ligue para o Disk-Presidente!! Se tiver sorte, pode falar até com a secretária pessoal dele" (assevera outro). Se ao menos você fosse "alguém importante": um político famoso, um artista, um prêmio Nobel da Paz...

A sua causa é urgentíssima. Você não pode esperar.

Falar com as autoridades da terra exige burocracia, agendas e protocolos. Mas falar com o Senhor do universo não é tão difícil assim. Está escrito no livro dos Hebreus: "Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus" (10:19).

Antes da morte de Cristo, apenas o Sumo Sacerdote podia, uma vez por ano, na presença de Deus (Êxodo 30:10; Hebreus 9.7). O povo ficava do lado de fora (Lucas 1:10), enquanto a Shekinah divina descia sobre a Arca da Aliança. Uma cortina muito espessa impedia que a glória ali manifesta atingisse as pessoas comuns.

Mas a situação mudou. Jesus morreu e, com isso, o véu da separação foi rasgado (Marcos 15:38). Hoje, todos nós que recebemos a Jesus Cristo como Senhor, temos o livre acesso à presença de Deus (Hebreus 10:19). Onde você estiver, pode dobrar os joelhos e conversar com o Ser maior do universo: Ele o ouvirá (Isaías 59:1), porque Ele se importa com você (Hebreus 4:15).

Ah, quase esquecia: não precisa marcar horário, nem esperar. Duvida? Por que você não faz um teste agora?!

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sábado, 8 de agosto de 2009

Sem Deus, Nada Somos

Fama, riqueza e poder talvez sejam os itens mais desejados hoje. E não é invenção do pós-modernismo atual, e sim algo mais antigo que a própria humanidade.

Havia um ser criado por Deus, e posto como chefe de todos os anjos do céu. Por sua elevadíssima posição, ficou conhecido como Querubim Ungido (Ezequiel 28.14). Todos os anjos prestavam continência diante da sua beleza, talento e status.

As coisas corriam bem, até o dia em que... aconteceu a maior catástrofe interplanetária. Mesmo parecendo muito inteligente, ele achou que poderia ser semelhante a Deus. O orgulhoso achou que seria bem-sucedido por méritos próprios, à parte de Deus. Daí vem o seu novo nome, pelo qual o conhecemos: Lúcifer, que significa: "quem é semelhante a Deus?" (Isaías 46.5).

Sendo ainda mais ousado, quis instaurar o seu trono acima do Criador (Isaías 14.13). O resultado foi terrível, pois o Senhor não divide a sua glória com ninguém (Isaías 42.8). O reino, o poder e a glória são de Deus para sempre (Mateus 6.13)

Lúcifer foi lançado do alto na terra; e com ele um a cada três anjos rebeldes, foram transformados em demônios, que estão a atormentar toda a terra (Jó 1.7). Em breve Jesus virá para lançar toda essa raça perversa no lago que arde com fogo e enxofre (Apocalipse 20.10).

O que Satanás não havia compreendido é ele era apenas uma bandeira. Assim como o verde. amarelo, azul e branco representam o Brasil, Lúcifer era apenas uma representante de Deus. A glória que havia nele, não era exatamente dele, e sim do seu Criador (Salmos 19.1).

NInguém, jamais, em sã consciência, cortaria um pedaço amarelo da nossa bandeira a fim de vender para o ourives. Embora o represente, continuará sendo pano amarelo, e não ouro. Temos, também que entender que, embora tenhamos beleza, talentos, fama, riqueza ou algum poder, continuaremos criaturas, apenas refletindo a glória de Deus (João 19.11).

Somos alguma coisa enquanto Deus estiver em nós (João 15.4). Enquanto o Espírito Santo estiver sobre nossas vidas, seremos bem-sucedidos. Porém, longe dEle, nos tornaremos em criaturas horripilantes destinadas a um futuro ainda pior. Devemos entender que sem Deus, nada somos.

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