quarta-feira, 23 de março de 2011

O Desafio: Quem Sabe a Resposta?

“Respondeu Jesus e disse-lhe: O que eu faço, não o sabes tu, agora, mas tu o saberás depois” (João 13.7).
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Certo missionário cristão em país comunista foi perseguido por malfeitores que desejavam matá-lo. Pelo caminho difícil de mata fechada, o bando buscava alcança-lo com pedaços de paus e pedras. A todo o momento, ouviam-se os berros da turba: “- Não tem como escapar. Vamos matar você!”

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Escorregando entre as rochas enlodadas. Escalando caminhos ladeirosos. Rasgando o corpo pelos arbustos espinhosos... O homem viu uma trilha à direita do caminho por onde fugia. Optou por seguir aquela vereda, acreditando ter chance de escapar por ela. Lá, imóvel, sentiu o medo da morte chegar nos passos que se aproximavam. Os inimigos iam chegando e a esperança quase indo embora. Foi quando o missionário fechou os olhos e orou assim:

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- Deus, em nome de Jesus, mande dois anjos fortes guardarem a entrada desta trilha - para que não me encontrem. Amém.

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Quando abriu os olhos, esperando seres celestiais luzindo com espadas nas mãos... viu apenas uma pequena aranha na entrada da trilha, pelo que reclamou:

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- Senhor, pedi anjos, não um inseto!

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Mais uma vez o homem pôs-se a orar:

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- Deus, construa um muro de concreto para proteger-me. Seja feita a Sua vontade. Em nome de Jesus. Amém.

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Ao abrir os olhos, ainda mais confiante, percebeu que a aranha estava tecendo rapidamente uma teia na entrada da trilha. E murmurou:

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- Assim não, Senhor! Pedi muros imbatíveis. Não preciso de uma teia frágil. Você deve estar de brincadeira comigo!

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- Vamos por essa trilha – sugestionou um dos malfeitores.

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- Ninguém passou por aqui. Tem até teia de aranha. Acho melhor procurarmos por outras trilhas – respondeu outro, e foram embora.

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“Seja feita a tua vontade” (Mateus 6.10) é a garantia de ter todas as orações atendidas. Jesus orou dessa forma (Mateus 26.42). A vontade de Deus sempre acontece. Não a nossa, mas a de Deus. Assim como o farol para a nau, e a terra firme para a embarcação. A fé na providência de Deus é o porto seguro onde o cristão deve ancorar suas petições.

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Precisamos entender que nem sempre as coisas acontecem da forma que pedimos ou pensamos (Efésios 3.20). O molde de Deus prevalece sobre o nosso. Ele é oleiro. Nós, os vasos. Não podemos ensiná-lo. Quem dá a forma tem querer próprio. Ele está agindo agora. Ele está trabalhando por você e em você. Que belo trabalho sairá!

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Pedir por anjos e receber insetos. Clamar por muralhas e receber teias... Isso não significa oração sem resposta. Eis o desafio: acreditar no que não se pode ver. Isto é fé (Hebreus 11.1). A linguagem divina é diferente da nossa (Isaías 55.9). Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? (1 Coríntios 2:16a).

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Mesmo não entendendo nada agora, saberemos tudo depois (João 13.7). Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes (1 Corintios 1.27b). Nos momento mais árduos da vida, devemos orar, suplicando pela vontade divina. A providência sempre vem. Jesus a trará. E, caso o resultado não lhe pareça muito convincente, não se preocupe: os seus inimigos acreditarão.

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Sejam confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida; voltem atrás e envergonhem-se os que contra mim intentam o mal (Salmos 35:4).

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quarta-feira, 16 de março de 2011

O Significado do Tsunami

“Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima” (Lucas 21:28 ).
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O dia 11 de março de 2011 deixou motivos para ser lembrado. Se bem que os japoneses preferem esquecê-lo. Exatamente às 14h46 daquela sexta-feira ocorreu o maior terremoto da história do Japão. Com magnitude de 8,9 numa escala que vai até 9, os tremores geraram o maior tsunami da história do país. As ondas gigantes de até dez metros varreram cidades inteiras, matando centenas de pessoas.

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Alguém pergunta: “Por que Deus permite essas coisas”?
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Freud e Nietzsche diriam: “Temos uma prova de que Deus não existe“!
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Dalai Lama e Kardec gritariam juntos: “Deus não está preocupado com a humanidade”.

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Jesus comentou o assunto: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima [Grifo nosso] (Lucas 21:28 ).

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A fé e a esperança não têm dúvidas: “Jesus está voltando”!

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O conselho é bem diferente daquele a que estamos acostumados: “espere sempre o pior”. Sinta dor de cabeça e aguarde uma forte gripe. Veja o chefe irritado e espere o aviso prévio. Ouça de uma queda na bolsa de Tóquio e acredite que você entrará na lista dos endividados. Pense... Idealize... Imagine problemas e crie outros maiores.
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Deus afirma que o melhor está por vir. A voz do nazareno sussurra aos nossos ouvidos: Veja as calamidades mundiais e tenha confiança, pois “a mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo” (João 16:21).
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As gerações passaram a vida perguntando o porquê das catástrofes, acidentes, doenças, mortes... Deus providenciou um profeta para cada uma delas. “Está próxima a sua hora” (Isaías 26:7). “Está perto” (Jeremias 22:23; 48:41). “A criação já sente as dores de parto” (Romanos 8:22; Gálatas 4:19). Se referindo à igreja, João disse: “E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz. (Apocalipse 12:2). As últimas palavras do Senhor no Santo Livro são a profecia contemporânea: “Certamente cedo venho” (Apocalipse 22.20).
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O que o nascimento de um filho significa para a sua mãe, a vinda do Filho de Deus representa para os cristãos. Quando as contrações se tornarem mais intensas, alegre-se! Aproxima-se a chegada da “nova vida”. Em instantes, berros de desespero darão lugar a gritos de alegria. Você não precisa ficar para sempre correndo riscos na UTI do desconforto global. Experimente seu novo lar. Vá com Jesus para o lugar que Ele preparou (João 14:3).

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Enjôos, inchaços, privações e ansiedade são apenas o prenúncio do melhor. Terremotos e tsunamis nos convidam a olhar para cima: “a redenção está próxima” (Lucas 21:28). Nascimento aponta para começo ou recomeço. Outra proposta melhor? O Senhor nos convida a darmos os primeiros passos na cidade indestrutível (Hebreus 12:22), recebermos novo nome (Isaías 62.2; Apocalipse 3.12), sermos conduzidos nos braços de Jesus e habitarmos para sempre com o Pai (1 Tessalonicenses 4:17).
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O tsunami japonês é como o norte para a agulha da bússola. Como o alvo para o atirador. Como o pódio para o corredor. Ele aponta o porquê dos acontecimentos. Ele mostra que o Criador existe. Ele assegura que não existem mortes no céu. Alguém lá em cima preocupa-se conosco. A esperança gerada nos corações fiéis em breve receberá vida. O enxoval já está preparado. A casa, mobiliada. A passagem, comprada. O novo endereço nos espera.
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Estou de mudança.
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Será um prazer poder viajar com você.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

A Manchete do Futuro

“Quem nos separará do amor de Cristo: A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” (Romanos 8:35).

Se o sofrimento fosse a causa última de todas os problemas que nos afligem, estaríamos todos perdidos. Ler jornais, ouvir noticiários ou ver o caos no qual o mundo está mergulhado não é a melhor forma de começar bem o dia. Ler. Ouvir. Ver. Nada é estimulador.


Doenças incuráveis, mortes súbitas, acidentes e assassinatos pintam o quadro cataclísmico do planeta que caminha para a autodestruição. Morre uma pessoa cada vez que respiramos. Então, o que faremos? Parar de respirar ou respirar menos não é a solução. Se a vida é a maior causa da morte, quais são as nossas chances?


“Venham e vejam! Compre o Jornal do Dia e leia as notícias da última sexta feira”! (Anunciava o vendedor de jornais).


Caso você não tenha lido o jornal daquele sábado, vou informar-lhe a respeito: “E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona” (Marcos 15.33). Três horas de apagão total. Dificilmente percebia-se um palmo à frente do nariz. Apenas a sombra de duas estacas em forma de cruz, os gemidos de um homem e o espanto das multidões.Por alguns momentos, a Luz do Mundo apagou (João 9.5). A Água da Vida secou (João 4.14). O Pão da Vida desfermentou (João 6.35). A Rosa de Sarom murchou (Cantares 2.1). O Leão da Tribo de Judá rugiu pela última vez (Apocalipse 5.5). E a Vida morreu.


“E Jesus, dando um grande brado, expirou” (Marcos 15.37).


Haveria cenário pior do que o universo em desgoverno? A morte de Jesus pareceu o fim já no começo. O início da calamidade que levaria ao fim prematuro. O sonho de liberdade acordado no pesadelo de ouvir os repórteres publicarem: “Ele está morto”! Pedro negou que o Cristo crucificado fosse o seu Senhor. Os dois discípulos reclamaram no caminho de Emaús. Você e eu, reclamamos e negamos todos os dias.


Murmuramos dos dias maus. E o pior: vivemos negando através de ações a realidade de que as agonias daqui são momentâneas. As tribulações do tempo presente não podem ser comparadas com a glória a ser revelada (Romanos 8.38), porque “TODAS” as coisas contribuem para o bem dos que amam a Deus (Romanos 8.28) [grifo nosso]. A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada ou qualquer outra coisa acaso não estariam inclusos quando o Senhor diz “TODAS”.


Precisamos LER a história da cruz: ela narra a vida, morte e ressurreição de Jesus. Necessitamos OUVIR todos os dias a mensagem de Cristo para ter confiança. Não devemos deixar de VER tudo se repetindo nos dias atuais. Foi o próprio Jesus quem disse: “Quando essas coisas começarem a acontecer... a vossa redenção está próxima” (Lucas 21.28). Se, por um lado, a morte de Cristo foi a notícia dos principais jornais do sábado, a ressurreição do Filho de Deus tornou-se novidade na boca dos que criam: Ele ressuscitou (Mateus 28.8)!


As horas difíceis da sexta-feira negra não impediram o triunfo do domingo azul. A luz voltou a brilhar, a flor a perfumar. O que aconteceu aos males que afligiam Jesus mostra o que sucederá aos nossos. O dia do triunfo virá! Deus geralmente usa o caos como matéria prima do progresso. O fracasso como ingrediente para o sucesso. E as nossas vidas para provar que tudo isso é possível. A ressurreição aponta-nos a saída. Há novas de grande alegria, que será para todo o povo (Lucas 2.10). Isso não exclui nenhum de nós dois.


Posso prever a manchete dos próximos dias: "VENCEDOR PORQUE CREU"!


Advinha que nome vai aparecer na foto colorida de meia página?


Será que é aquele que consta na sua carteira de identidade?


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Todos os Dias

“E eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” (Mateus 28:20b)



O filho do único caçador de uma aldeia gostava muito de estar com o seu pai. Destemido, ousado e rápido, o caçador afastava do garoto qualquer situação que lhe oferecesse risco aparente. Sem companhia do pai, seria muito difícil caminhar na perigosa floresta. Sem aquela proteção tornaria-se impossível voltar para casa vivo.



O menino foi crescendo e precisou estudar. Nos primeiros dias, o velho e experiente caçador o acompanhava pela mata fechada até o portão da escola. Com o passar do tempo, o rapazinho passou a ir sozinho. Com a prática, já fazia todo o percurso sem perceber a falta do pai.



Um certo dia ocorreu o temível. Sobreveio a calamidade. Todos os temores de anos atrás se concretizaram em um grande urso bem à frente do rapaz. Ele desejou a presença de seu pai ali. Enquanto isso, a criatura de uns dois metros de altura avançava rapidamente em direção à presa, até que o estampido da arma do pai caçador fez o bicho tombar.



O lobo no caminho da Chapeuzinho Vermelho e dos três porquinhos. A rainha malvada na trilha da Bela. O urso no itinerário do jovem da nossa história. O adversário rodeando os primeiros crentes. A preocupação no caminho dos doze discípulos de Jesus. Ter que enfrentar o mundo sem Jesus não seria nenhum conto de fadas para aquela dúzia de homens inseguros.



- “O que será de nós sem o Senhor por perto”? – Interrogaram.



- “Mas eu não ficarei longe dos meus filhos. Estarei convosco para sempre”! – Foi a resposta.



“E eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” [grifo nosso]



Nem sempre ficar sem ver Jesus significa ficar longe dele. Quando pensamos que Deus está distante, ainda assim podemos tocá-lo. Ele nunca está longe o suficiente para não ser alcançado. Caso não o percebamos, isso não significa que não esteja por perto. Assim, jamais poderemos ir para um lugar onde a Sua misericórdia não possa atingir-nos. “Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós (Atos 17:27). [grifo nosso]



A Bíblia está recheada de provas da companhia divina nos instantes mais difíceis. Ele entrou com seu filho Daniel na cova dos leões. Com os três jovens na fornalha. Com Josafá na guerra. Com Mardoqueu na peleja. Com José no Egito. Com Israel no deserto. E com o rapaz no caminho das feras. “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos (Malaquias 3:6). Ele esteve com os fiéis do passado longínquo.



O Senhor foi encarcerado com Paulo e Silas. Foi companheiro de cela de Pedro. Falsamente acusado com Estevão. Deportado com João para a ilha de Patmos. Também perseguido com os primeiros cristãos. O escritor aos hebreus nos garante que “Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hebreus 13:8). Ele esteve com os fiéis do passado mais recente.



Jesus também está com os fiéis contemporâneos. Somos filhos de Deus: “Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26). Ainda que estejamos aparentemente sozinhos na estrada para o céu, existe um general bem ao lado. Talvez você não O veja, mas durma com Ele. Convide-o para passear pelas ruas. Tenha-o como companheiro de trabalho. Aceite-o como colega de classe. Almoce e jante com Ele. Receba-o como Pai (Tiago 1:17).



O caminho para o céu é longo (Hebreus 12:22). A caminhada oferece alguns riscos e desafios. Existem rumores de gigantes por entre as árvores e ameaças nas montanhas. O Adversário pode está entre elas. Ele pode até estar vindo na sua direção.



Não se preocupe. Não se aflija.



Espere o tiro certeiro que o deterá!



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domingo, 16 de janeiro de 2011

Solução na Cruz


Há dois mil anos, o Verbo [Deus] se fez carne [humano] e habitou entre nós [terra] (João 1:1,14). O anjo anunciou o seu nascimento: “E ela dará à luz um filho”. Também prescreveu como o chamariam: “e lhe porás o nome de JESUS”; e indicou sua missão: “porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1:21).


JESUS significa SALVADOR no hebraico. E, para ostentar o título de Salvador e o propósito para o qual foi enviado, Jesus precisou subir numa cruz (Colossences 1:20).


Espere um pouco: subir numa cruz? Melhor seria subir no trono, no palco ou no gabinete! Não estamos diante do Salvador do mundo? Do substituto do trono de Herodes? Do revolucionário que fará uma reforma política em Jerusalém? Do mais novo líder da mais nova religião? Ora, não estamos nos referindo Àquele que alimentou multidões famintas, curou vários doentes, ressuscitou mortos e perdoou pecadores?


“Haveria destino mais cruel que a morte! Jesus, você pode esquecer esta parte: o Senhor não precisa morrer” – resmungou um dos discípulos no dia da revelação (Mateus 16:22). Por que Deus permitiria tamanha crueldade? Como Deus faria surgir algo bom desse sofrimento? Como ter esperança em meio a tanta agonia? - Resmungamos nós todos os dias.


A cruz nunca foi vista com bons olhos pelos seguidores do Mestre. Nem por nós. Rude demais para ostentar o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (I Timóteo 6:15; Apocalipse 19:16); Vulnerável ao extremo para ser o quartel general daquEle que implantaria o Reino de Deus (Marcos 1:14). Insuficiente para indicar triunfo. Fútil demais para inspirar.


Até os inimigos pensavam assim:


“O Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos e acreditemos. Também os que com ele foram crucificados o injuriavam” (Marcos 15:32). Ninguém o viu fazê-lo para que tivesse esperança. Até os ladrões crucificados com Ele o humilhavam. Aparentemente, a cruz era o fracasso do Filho de Deus.


Apenas aparência. Na realidade, ela é a resposta. Ela resolve todas as questões. Ela tira todas as dúvidas. Ela mostra que há possibilidade de triunfo em meio ao fracasso. Jesus subiu no madeiro apenas para fazer descer do céu a solução. E, uma vez emanada da cruz de Cristo, todos podem usufruir dos seus benefícios (Efésios 2:13).


Não é à toa que a cruz é um sinal positivo: “+”. Ela quer dizer que as nossas dúvidas foram subtraídas: “-“, porque do céu desceu a solução: “l”. Ela é vertical (Tiago 1:17). Assim, temos “-“ mais “l” igual a “+”. A cruz é a subtração dos fardos. Por meio dela Jesus os levou sobre si (Isaías 53:4). Mas, é através dela que Ele nos acrescentou fé e esperança.


O martírio de Cristo simboliza a vitória. A crueldade e o sofrimento pelos quais o Senhor passou foi o preço. Ele pagou o suficiente para comprar. Os gemidos de agonia foram a moeda. O que segurou Cristo naquela cruz não foram os cravos: foi o desejo de trazer-lhe a resposta. Paulo tinha motivos para alegrar-se: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo” (Gálatas 6:14).


A partir de hoje, aconteça o que acontecer,


Não questione,

Não reclame,

Não murmure!

Apenas aceite a solução da cruz.


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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Preço da Liberdade

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens” (I Coríntios 7:23)

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Imagine uma criança indo ao mercado vender um pássaro preso numa gaiola.

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- Pago dois reais pelo bicho! (Berrou o primeiro comprador)

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- Não, obrigado! O pássaro é bom. Espero negócio melhor. (Respondeu o menino)

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Como o negociante desistiu de aumentar a oferta, alegando que havia muitos pássaros para serem vendidos, o menino seguiu pelo caminho. Já no mercado, um comerciante ofereceu três reais. Outro, quatro. Outro, cinco.

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Enquanto insistia que o pássaro valia muito mais que isso, o menino rejeitou vinte reais e voltou para casa.

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No caminho, um peregrino se compadeceu da cena e ofereceu cem reais pelo pássaro. O comprador disse que queria apenas o animal e que aquela prisão poderia ficar com o menino. Mesmo sem entender o interesse daquele desconhecido em oferecer tanto pela mercadoria, o moleque aceitou. O novo dono, imediatamente após pagar pelo bichinho, soltou-o, para espanto do garoto.

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Deus e o Diabo travaram guerra para comprar a humanidade. A sua vida e a minha foram juntamente postas em leilão. Cada comprador começou a ofertar. Satanás prometeu dar prazeres ilimitados, fama, poder e riquezas em troca das vidas. Mas, em contrapartida, deveríamos servir-lhe fielmente dentro de um quadrado de grades. Como as vantagens pareciam imensas, e os custos baixíssimos, fomos vendidos para a escravidão do pecado.

XX

Insatisfeito com a situação, Jesus resolveu ofertar o maior valor - a sua própria vida. Pelo que diz a Bíblia: “...não foi com coisas corruptíveis, como prata e ouro, que fostes resgatados..., mas com o precioso sangue de Cristo...” (I Pedro 1:18,19). Dessa forma, fomos transformados em propriedade de Deus: “Não sois de vós mesmos (I Coríntios 6:19b). Isso quer dizer que não somos donos dos nossos próprios narizes. Alguém os comprou por bom preço (I Coríntios 7:23). E não somente eles, mas também todo o corpo: “Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo de Deus (I Corintios 6:19).

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No livro do Apocalipse, temos indicações de anjos dizendo sobre Jesus: “Porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação” (Apocalipse 5:9).

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O valor do pássaro não era aquele de menor oferta. Mas ele valia muito mais. Na realidade, ele valia o preço pelo qual foi adquirido. Jesus lhe comprou e lhe vestiu numa camisa com a seguinte inscrição: COMPRADO. Você foi vendido para aquele que pagou mais. Ele o comprou e abriu a gaiola. A prisão não deve fazer parte da sua vida. Ela não precisa ser a sua casa.

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Justamente você, que sofreu com as drogas, com os vícios, com as paixões da carne e passou a vida inteira preso nas garras do pecado. Agora estás livre.

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Jesus quer dizer três frases para você: EU TE COMPREI. VOCÊ ME PERTENCE. EU TE DEIXO VOAR!

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A partir desse momento, passo a entender que toda e qualquer oferta de preço torna-se inútil para mim. Estou impossibilitado de negociar a minha própria vida. Se alguém quiser me ter como escravo prisioneiro, negocie direto com meu novo dono!

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O Incalculável Amor Divino

“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” (Lucas 1:31c).


Um dos elementos mais procurados da terra não pode ser achado no banco comum. Procure-o no bilhete da loteria, e ficará frustrado. Pague-o pelo prazer momentâneo, e seja roubado dele por toda a vida. Mergulhe no mar da promiscuidade intentando encontrá-lo, e afogue-se no oceano da decepção prematura.


O verdadeiro amor não está à venda no Shopping Center da cidade, em catálogos de revistas ou em algum “0800” tipo disk-pizza.



Para desfrutá-lo, basta querer!


[...]


Os grandes depósitos de petróleo são encontrados na distância de centenas de metros para baixo. Os homens, a fim de achá-lo, sacrificam-se como quem busca a única agulha do palheiro. E, se o acham, logo tentam mensurá-lo. Assim, a equipe de técnicos em recursos energéticos entra em ação com suas máquinas e computadores sofisticados.


“Não temos valores exatos! Impossível calcular!! Apenas idéia” – concluem os profissionais.


Toda a tecnologia, planilhas informatizadas e robôs não conseguem dar a quantidade exata de petróleo que existe sob o solo. Ele está em lugar sigiloso. Oculto. Inatingível. Nenhum esforço humano assegura a sua compreensão total. Parece um enigma. Um “x” insolúvel.

Mas existe algo ainda maior que todas as coisas conhecidas. E, que embora não possa ser medido, está ao alcance de um olhar na direção da cruz:



“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).

O amor divino é bem maior que todas as jazidas da terra. Bem mais valioso que todos os minerais preciosos. Inexistem meios que o calculem. Todas as fitas métricas do mundo inteiro, coladas umas nas outras, são insuficientes. As planilhas ou calculadoras são insuficientes para o amor divino. E mesmo, não cabendo dentro das máquinas, não é inatingível pelas pessoas comuns.


Para percebê-lo, esqueça as escavadeiras, sondas ou submarinos. Não necessitamos olhar para baixo ou em qualquer outra direção, senão permanecer “olhando para Jesus, o qual... suportou a cruz” (Hebreus 12.2). O sacrifício de Jesus é como a lupa que amplia e facilita o entendimento (João 15:13). Você não acharia algo assim em outro lugar, senão no Deus de amor (1 João 4:8,16; 2 Corintios 13:11,14). E Ele não faria isso caso não fôssemos queridos por Ele.



Sacrifícios em busca de outras riquezas são desnecessários. As penitências foram abolidas. O preço por nos amar Jesus já quitou. Não precisamos pagá-lo. O verdadeiro amor, tão desejado, Ele já o provou ao dar a vida por nós. O amor de Deus torna-se acessível a todos quantos acertam a direção.


E, ainda, nesse exato momento, está bem diante dos nossos olhos.