terça-feira, 29 de maio de 2012

Portas Abertas apoia treinamento e discipulado em Israel

Israel

“Este programa me ajudou a conhecer melhor a Deus e compreender Sua vontade, através das Escrituras”. “Eu tenho uma compreensão renovada de Seu incrível amor”. “Não sou mais a mesma pessoa que eu era, quando entrei neste programa”. São apenas três citações de testemunhos de participantes do treinamento de discipulado Lech L’cha em Israel.

Portas Abertas apoia treinamento e discipulado em Israel

Com 12 estudantes, o 13º treinamento Lech L’cha foi o maior até agora. Durante três meses, os participantes estudaram a Bíblia diariamente. “A despeito de diferentes personalidades, foi uma bênção e uma resposta às nossas orações, vermos o amor, a unidade e a fome por comunhão e crescimento, neste grupo, desde o início”, diz um porta-voz do Lech L’cha.

Lech L’cha

Lech L'cha oferece à juventude israelense um programa intensivo de estudo bíblico, oração, comunhão e serviço prático para fortalecê-la e capacitá-la a viver como cristã, em Israel. Portas Abertas está apoiando o treinamento financeiramente. O objetivo é que estes jovens descubram o próximo passo de Deus em suas vidas, para que aprendam a viver como discípulos de Jesus e comecem também a fazer discípulos, eles mesmos.

O treinamento visa, primeiramente, o grupo crescente de jovens que, após o serviço militar, quer conhecer a vontade de Deus para sua vida. O segundo grupo são os jovens que terminaram seus estudos e querem começar a trabalhar e, por fim, outros cristãos que podem se beneficiar do programa.

O programa

O treinamento é dado parcialmente na base do Lech L’cha, mas também em localidades onde aconteceram histórias bíblicas como Jerusalém, Eilat, Arad, Galileia e o deserto. Semanalmente, ocorreram quatro dias, de estudo bíblico, cada dia com quatro lições. Além disso, os participantes leram a Bíblia sistematicamente e a estudaram individualmente. Eles tiveram seu devocional diário com tempo para oração e meditação na palavra de Deus. Uma vez por semana, eles tiveram um longo dia de caminhada.

Durante esses dias, eles discutiram um assunto bíblico. Uma vez na semana, um participante ensinava sobre o caráter de Deus. Os participantes apoiaram as igrejas locais de uma forma bem prática e fizeram evangelismo.

Testemunhos

Após o término do treinamento, no fim de fevereiro de 2012, vários participantes escreveram em algumas frases o que o treinamento havia lhes trazido. Por razões de segurança, não mencionamos seus verdadeiros nomes.

Timóteo: “Deus me conduziu a este programa porque queria me mostrar quem eu sou. Ele simplesmente operou uma mudança de 180 graus em mim e me deu muitas coisas que nunca tive antes: amigos, autoconhecimento e, através dos projetos que realizamos, Ele Se revelou a mim. Este programa é como uma garrafa de água refrescante. Percebi que Deus me deu um propósito na vida e que devo continuar nele”.

Odília diz: “Deus fez uma grande obra em minha vida! Ainda está em progresso; creio que é só o início. Mas Deus desnudou meu coração e operou nele, trazendo à luz coisas que eu havia escondido. Ainda estou lidando com elas, mas Deus está me ajudando a confiar n’Ele. Agradeço-O pelo que tem feio em minha vida e pelo que ainda vai fazer”.

“Quando cheguei ao Lech L’cha, Deus simplesmente me colocou à parte e me edificou de novo”, foi a experiência de Alice. “Não foi fácil: Percebi que tudo o que tinha sido, até então, não era o que Deus queria para mim, e tudo o que construíra ao longo dos anos, tinha que ser esvaziado. Foi difícil, mas Deus fez uma obra perfeita. Descobri um amor pelas Escrituras e um desejo de ler e aprofundar meu conhecimento nelas”.

Urias também está entusiasmado: “Este programa me ajudou a conhecer melhor Deus e compreender a Sua vontade através das Escrituras. Antes eu tinha dificuldade de ler o Velho Testamento; não conseguia entender nada. Lia apenas o Novo Testamento, porque o hebraico era mais fácil. Mas, durante o programa, aprendi também a ler o Velho Testamento. Eu tinha grandes expectativas de que viriam coisas boas; e vieram coisas boas!”.

Yones diz que conhecia a Deus antes de vir para o programa, “mas este relacionamento cresceu mais forte aqui e criou raiz, especialmente no que se refere às Escrituras. Percebi o quão pouco conhecia as Escrituras e me apaixonei por elas, mais uma vez, através do treinamento. Foi edificante e encorajador estar com amigos da mesma idade, todos cristãos e lidando com as mesmas dificuldades, pessoas com quem eu podia me relacionar e que me compreenderam. Foi encorajador conhecer mais do corpo do Messias em Israel”.

Natã: “Após ter servido ao exército, quando cheguei ao Lech L’cha, vi que não era somente um ‘período legal’, mas um tempo que Deus estava verdadeiramente operando em mim. Deus revelava coisas novas, continuamente, em Sua Palavra, mesmo que eu tivesse lido algumas passagens milhares de vezes antes. Também aprendi sobre nossa comunhão como cristãos. Por sermos irmãos (e irmãs) no Messias, somos uma família”, diz ele. “Tenho um novo entendimento sobre o Seu incrível amor”, acrescenta Cris às palavras de Natã; “isto foi o mais significativo para mim neste programa”.

Sara: “Durante este tempo, Deus me mostrou que há certas coisas em minha vida que precisam ser trabalhadas e que há sentimentos em meu coração, que preciso trazer para fora e permitir que Deus trabalhe. Deus me mostrou tantas coisas que achei difícil acreditar, mas Ele também me mostrou que devo confiar n’Ele”.

“Passei por um milhão de mudanças: Não sou mais a mesma pessoa que era, quando entrei neste programa”, diz Maria. “Deus é grande e gracioso. Ele me mostrou quem Ele é e, quem eu deveria ser, qual o meu valor e como Ele me define. Em cada lição, sentimos como se fôssemos colocados em uma mesa de operação, abertos e forçados a olhar para dentro de nós. Tive que me render a Deus e dar a Ele tudo o que sou. Foi incrível!”.

Pedido de oração

Em setembro, inicia-se um novo treinamento. “Ore para que Deus conduza os participantes certos para o treinamento. Pedimos sua oração para que recebamos sabedoria e orientação do Senhor para todos esses futuros participantes”.

Fonte: Portas Abertas

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domingo, 27 de maio de 2012

Radicais islâmicos atacam Igreja e pastor recebe ameaça de morte

Indonésia

Nenhuma prisão foi feita desde que 600 muçulmanos atiraram sacos cheios de urina e água suja, em cerca de 100 membros de uma igreja e ameaçaram matar seu pastor, na semana passada.


“A Polícia somente assistia a tudo, sem nada fazer, enquanto a multidão atacava a Igreja Protestante Batak Filadélfia, em Bekasi, próximo a Jacarta, na província de Java Ocidental, na quinta-feira (17 de maio)”, disse ao Compass, Saor Siagian, advogado da igreja.

A multidão, na qual estava presente o presidente do grupo extremista islâmico, Frente dos Defensores Islâmicos (FPI), começou a jogar urina, água suja, ovos podres, pedras e dejetos em todos os cristãos, no momento em que o Pastor Palti Panjaitan, começou a falar para sua congregação. A igreja teve que se dispersar, disse Siagian.

Pastor Panjaitan disse à imprensa local, que havia recebido uma ameaça de morte e registrou queixa na polícia.

As autoridades pediram à igreja, que se reunisse para adorar em um local, cerca de seis quilômetros de onde a igreja está hoje, disse Siagian.

A igreja solicitou uma autorização, conforme estipulado pela lei, para construir seu local de culto, há cinco anos. O governo local negou o pedido em dezembro de 2009. Mas o Supremo Tribunal anulou a decisão do governo em julho do ano passado, dizendo que a igreja merecia receber a autorização, mas que devido à pressão de grupos islamicos, deva se reunir em outro lugar.

Assim como a Igreja Protestante Batak , à Igreja Indonésia Gereja Kristen (GKI- Igreja Yasmin), também foi negada a permissão para realizar cultos em sua propriedade, apesar de uma decisão favorável da Suprema Corte.

A Igreja Protestante da União Europeia (conhecida localmente como IGP) está pressionando o governo para que tome medidas legais.

"O problema é que a polícia e o governo não são rigorosos", disse ao jornal The Jakarta Globe, Sumampow Jeirry, da IGP. E continuou: "Nós não temos certeza de nada, agora. Nós não sabemos quem irá nos apoiar. Nós não podemos fazer nada sem garantia [de liberdade religiosa] ... que reconhece as atividades religiosas como expressão religiosa e que, portanto, deve ser protegida".

A organização muçulmana mais influente da Indonésia, Muhammadiyah, também criticou o governo.

"Por lei, o governo tem o dever de oferecer segurança e proteção a qualquer cidadão, independente da religião, que se sinta privado de suas práticas religiosas, ou se sinta ameaçado de exercê-las, e isso inclui a construção de lugares de culto", disse Abdul Mufti , secretário do grupo.

Nusron Wahid, presidente da GP Ansor, ala jovem da maior organização muçulmana do país, Nahdlatul Ulama, se ofereceu para negociar entre a igreja e seus opositores.

Neneng Hasanah Yasin, o novo chefe do distrito de Bekasi, no entanto, parece estar seguindo a política do ex-chefe, de proibir a Igreja de construir seu local de culto, a fim de "evitar" tensões inter-religiosas. A Comissão Asiática de Direitos Humanos exortou o novo chefe, que assumiu o cargo em 14 de maio, para que "tome medidas que estejam de acordo com a lei e com os princípios dos direitos humanos".

De acordo com a Operação Mundo, a Indonésia tem cerca de 237,5 milhões de pessoas, das quais 54% são muçulmanas. É considerado o maior país muçulmano do mundo, de maioria sunita. Existem, na Indonésia, cerca de 33 milhões de cristãos, que compõem cerca de 13,5% da população.

A Constituição do país é baseada na doutrina de Pancasila - cinco princípios inseparáveis e inter-relacionados - a crença da nação no único Deus, humanidade justa e civilizada, unidade nacional, democracia guiada pela sabedoria interior de seus representantes, e justiça social para todos.

No entanto os extremistas islâmicos, vêm crescendo em número e influencia a política no país. No ano passado, o IGP registrou 54 atos de violência e outras violações contra os cristãos. Outras minorias religiosas também são perseguidas.

Fonte: Compass Direct

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sábado, 26 de maio de 2012

Cristãos indígenas lutam por seus direitos na Colômbia

O Conselho Indígena Tradicional da Colômbia votou pela expulsão de dezenas de famílias cristãs de suas casas na região de Cauca em abril, forçando-os a fechar suas igrejas e fugir dos territórios reservados para as comunidades tribais.

Cristãos indígenas lutam por seus direitos na Colômbia

Um total de 37 famílias indígenas cristãs, incluindo cerca de 90 crianças, foram expulsas da reserva indígena Montecruz, no município de Paez, em 6 de abril. Dois dias depois, foi dado o prazo de 48 horas para mais 42 famílias cristãs evacuarem suas casas localizadas em Paez, Iza, Corinto, Toribio e nas reservas Tacueyo.

De acordo com o pastor Rogelio Yonda, representante legal da Associação Cristã de Autoridades Tradicionais Indígenas (OPIC), os ataques recentes contra as comunidades cristãs indígenas estão ligadas aos esforços de lideranças indígenas de conseguir recursos financeiros e desenvolvimento na saúde, educação e outros projetos para suas comunidades.

Por mais de uma década, os conselhos municipais indígenas perseguiram sistemáticamente seus membros tribais que abandonaram as crenças tradicionais e escolheram seguir a Cristo. Em muitos casos, esses líderes têm agido em parceria com as FARC que operam em toda a região de Cauca.

Quatro grupos indígenas foram identificados participando de uma "Marcha Patriótica" em Bogotá em 23 de abril para cobrar do governo a entrega das receitas locais de sua região ao controle indígena.

O surto desses novos deslocamentos em Cauca refletiu em frequentes conflitos entre os inúmeros povos indígenas da Colômbia, muitos localizados em regiões remotas sob controle virtual da guerrilha.

Ao longo das últimas duas décadas, pelo menos, cinco cristãos indígenas foram mortos, dois injustamente condenados a 20 anos de prisão, mais de 50 presos temporariamente, 80 famílias ficaram sem condições mínimas arcar com suas despesas, 73 professores foram demitidos sem pagamento e 16 escolas ficaram sem aulas. Além de ameaças, abuso físico e verbal constante, os cristãos indígenas foram excluídos de seus direitos constitucionais à educação e saúde.

Em janeiro de 2000, 15 famílias cristãs na comunidade Arhuacos de Palestina, no norte da Colômbia, foram forçadas a deixar todos os seus pertences para trás quando os líderes religiosos e civis concordaram com os guerrilheiros locais para expulsar todos os cristãos que viviam ali.

Uma vez desabrigados, os cristãos indígenas têm visto as suas necessidades básicas seriamente afetadas. Várias das 46 famílias Arhuaco que foram expulsas da cidade de Valledupar, tiveram os seus serviços básicos negados, tais como saúde e educação.

Quando questionadas, as autoridades civis disseram que eles não preservaram os elementos representativos de suas antigas tradições indígenas, logo, que não podiam mais serem reconhecidos como parte dos povos indígenas.

Mas a aliança entre os guerrilheiros e o movimento indígena da região Cauca é supostamente ainda mais forte. De acordo com Ana Silvia Secue, uma educadora cristã indígena, as FARC estão envolvidas com o Conselho Indígena de Cauca (CRIC) desde a sua criação.

Em 30 de abril, o Pastor Yonda e Ana Silvia Secue assumiram a liderança da OPIC e abriram uma queixa perante o Tribunal Constitucional Nacional, reivindicando a defesa e proteção dos direitos dos cristãos indígenas do Cauca. A ação judicial é movida contra Jesus Javier Chavez, presidente do Conselho Regional Indígena de Cauca (CRIC), e protesta contra os constantes ataques do conselho municipal indígena que expulsou 79 famílias cristãs de suas casas e as excluiu de seus direitos cívis básicos.

Pedidos de oração

• Por favor, orem pela proteção espiritual, emocional e física dos cristãos indígenas da Colômbia que passam por essa dificil situação. Ore para que eles continuem a compartilhar o Evangelho em suas comunidades.

• Por favor, orem por sabedoria e a coragem para Rogelio Yonda, Silvia Ana Secue e outros membros da OPIC sobre como prosseguir com este processo legal.

• Peça a Deus que mesmo em meio à perseguição, os cristãos indígenas possam testemunhar do amor e perdão de Deus a seus agressores.

Fonte - Portas Abertas

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Seminário da Portas Abertas abençoa a vida de líderes no Sri Lanka

Depois de sobreviver a uma tentativa de assassinato fracassado, um pastor do Sri Lanka e sua família aprendem chaves bíblicas para enfrentar os riscos de perseguição em Monaragala.

Seminário da Portas Abertas abençoa a vida de líderes no Sri Lanka

Monaragala, um distrito do sudoeste do Sri Lanka, é onde está Katharagama Devalaya, um templo budista que atrai milhões de peregrinos de todo o mundo. Muitos pastores do Sri Lanka consideram este distrito um dos lugares mais difíceis para os cristãos praticarem sua fé. O Pastor Naradha* sabia dos riscos de abrir uma igreja em Monaragala, onde a maioria da população é budista.

"Uma vez, um homem atirou no meu marido, mas ele errou o tiro", lembrou Arjuna* a esposa do pastor. "Então, o homem pegou uma faca e agrediu meu marido. Durante a agressão, meu marido levou um corte que o fez sangrar bastante. Então, o levamos para dentro de casa e fizemos curativo no ferimento. Antes de sair, o pistoleiro confessou a nós que um sacerdote budista o havia contratado para matar meu marido".

Os três filhos adultos do pastor Naradha e Arjuna, temendo pela vida de seus pais, imploraram ao casal que abandonassem o ministério. A família estava em um momento difícil, quando decidiram participar do treinamento oferecido pela Portas Abertas, Standing Strong Through the Storm (Permanecendo Firmes Através da Tempestade-PFAT), realizado em maio de 2011 que prepara os cristãos para situações de perseguição. A Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka (NCEASL) organizou o evento, especialmente para os pastores e suas famílias em Monaragala.

"As famílias são a principal fonte de apoio dos pastores", de acordo com NCEASL. "Seus filhos estão servindo como líderes de louvor, líderes juvenis, professores de escolas dominicais, entre outras funções. Essas são responsabilidades vitais na vida de uma igreja. Nós estamos contentes que eles vieram, em família, participar da oficina".

Chaturi* pastora de uma igreja, no entanto, veio somente com seu filho pequeno. Seu marido a abandonou quando ela se tornou seguidora de Jesus Cristo. Em sua comunidade, ela e seu filho eram minoria. Além de ser cristã, ela também foi desprezada por ser mãe solteira. Ela não conhecia nenhum outro cristão, exceto um pastor.

"Eu não tenho amigos", disse Chaturi. "Eu não vou deixar meu filho brincar com outras crianças, porque as pessoas nos tratam de forma diferente. Então, ele não tinha amigos, como deveria. Mas durante o seminário, conheci outros cristãos. Eu não sabia que havia outros irmãos e irmãs que servem em Monaragala. Saber que eu não estou sozinha no ministério me motiva a servir ao Senhor, ainda mais”.

"Além disso, meu filho fez amiguinhos! Eu nunca o vi tão feliz. Ele estava brincando e desfrutando da companhia de outras crianças", acrescentou.

Chaturi reuniu 11 outros pastores durante o workshop PFAT. Na primeira noite, ela conheceu o pastor Naradha e Arjuna que compartilharam suas dificuldades de ministério em Monaragala. Embora o workshop havia sido adiado uma vez, devido a problemas de segurança, aconteceu num momento muito oportuno para o pastor Naradha.

“Nós estávamos passando por muitas lutas quando chegamos", disse o pastor Naradha”. “Mas damos graças ao Senhor por nos permitir participar do PFAT. Sentimo-nos encorajados e fortalecidos. Voltaremos para casa com novas amizades e com as forças renovadas para o ministério”.

Fonte: Portas Abertas

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Multa por causa de uma Bíblia

Turcomenistão

Quatro cristãos no Turcomenistão foram presos e multados no final de fevereiro depois que a polícia descobriu Bíblias em suas casas. Embora o juiz, inicialmente, tenha se recusado a ouvir o caso contra os quatro cristãos, alegando falta de provas, mais tarde mudou de posição e multou-os por “violação da lei sobre organizações religiosas.”

As Bíblias foram descobertas quando a polícia revistou uma casa onde o dono da casa, cristão, hospedava outros três crentes. Durante a busca, um policial encontrou uma Bíblia em cada uma das malas dos visitantes. Ele confiscou as Bíblias e levou todos os quatro cristãos, que pediram para não ser identificados, para a delegacia.

Um funcionário perguntou-lhes sobre a sua atividade religiosa, gritou com eles e acusou-os de levar a literatura religiosa “ilegal” na cidade. Ele também ameaçou de “plantar” drogas na acusação contra eles.

Os crentes, levados para um centro de detenção, foram trancados em uma cela com 17 presos, embora o espaço tenha sido projetado para apenas quatro. Depois de uma hora, os cristãos foram levados perante um juiz. A princípio o juíz pareceu estar do lado dos cristãos dizendo que os policiais não haviam apresentado provas de má conduta e mandou que os policiais os liberassem.

Uma semana depois, os crentes foram chamados ao tribunal novamente para um julgamento perante o mesmo juiz. “Talvez houvesse pressão sobre o juiz forçando-o a mudar sua postura”, disse um crente familiarizado com o caso.

Os quatro foram considerados culpados por violar a lei sobre organizações religiosas e foram multados o equivalente a R$ 228,35. Embora os cristãos soubessem que não havia feito nada errado, eles tiveram que pagar a multa. Caso se recusassem, poderiam ir para a prisão novamente. As Bíblias não foram devolvidas.

Fonte: Voz dos Mártires

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terça-feira, 22 de maio de 2012

10 Razões pelas quais os Cristãos devem se concentrar no Evangelho e não na Política

Por:Greg Stier


1. Política mudam. O Evangelho não (Mateus 24:35).

2. O Evangelho vai transformar nossa política, e não vice-versa (Romanos 12:1,2).

3. É o que Jesus nos chama para fazer (Atos 1:6-8).

4. Somos cidadãos de um reino diferente (Filipenses 3:20).

5. É no que a igreja primitiva se focou (Atos 4:23-31).

6. Ele ataca a raiz do mal e não apenas o fruto dele (Romanos 1:16).

7. A política pode dividir o corpo de Cristo, enquanto o Evangelho vai nos unir. (Filipenses 1:27).

8. O Evangelho chama-nos a orar para que os políticos dos quais discordamos, e não odiá-los (1 Timóteo 2:1-4).

9. O Evangelho traz ação política embebida em amor e humildade, não orgulho e arrogância (Romanos 13:1-8).

10. A política é um reflexo da bússola moral de uma sociedade. O Evangelho dá a sociedade uma nova bússola que é acurada (Tito 3:1-5).

*O meu ponto é, não que devemos evitar a política, como cristãos, mas que deveríamos nos concentrar mais no Evangelho.

Fonte: The Christian Post

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pedro Leonardo: familiares agradecem a Deus pela melhora

Após o cantor Pedro Leonardo ter acordado do coma na noite deste domingo (20), familiares fizeram agradecimentos públicos a Deus pela melhora do rapaz.
  • Pedro, Thais e Maria Sophia
Através do Twitter, a mulher de Pedro, Thais Gebelein, declarou sua gratidão. “Obrigada, meu Deus!!!”, publicou em seu perfil no micro blog.

Thais esteve no Hospital Sírio-Libanês durante esta madrugada, mas não deu declarações à imprensa.

A assessora do cantor Leonardo, Ede Cury, contou que ele fazia show no interior de Goiás quando foi informado da melhora do quadro de saúde do filho e comemorou muito a notícia.

“Ele está radiante, deu pulos de alegria e disse que foi a melhor notícia que recebeu em toda a sua vida", contou Ede.

Segundo a assessora, Leonardo chorou copiosamente e agradeceu a Deus pela recuperação do filho. Ele mesmo deu a notícia ao público do show.

Em seu perfil no Twitter, ele agradeceu a Deus e aos fãs. “Tô muito feliz, meu povo!! O Pedrão acordou do coma e já se comunica e conversa, graças a Deus e também às orações de vocês!! Obrigado”, publicou Leonardo.

O primo e parceiro de palco de Pedro, Thiago, também utilizou o Twitter para anunciar e comemorar a melhora. “Bem vindo primo amado”, escreveu.

Durante os 30 dias em que Pedro Leonardo esteve em coma, os familiares, principalmente o pai, Leonardo, e a mulher, Thais, sempre deram declarações de que tinham fé e que confiavam que Deus estava cuidando de Pedro.

O cantor Pedro Leonardo acordou do coma no início da noite desse domingo (20).

“A mãe dele falou 'oi, Pedro' e ele virou e falou 'oi, mãe'. Os médicos entraram e foi aquela correria. Depois perguntaram o nome do pai e ele respondeu prontamente 'Leonardo'", descreveu a assessora de Leonardo, Ede Cury, em entrevista ao Fantástico, TV Globo.

Pedro permanece internado na UTI e deve manter-se assim pelo menos até esta quarta-feira (23), quando será submetido a uma cirurgia na perna.

Fonte: The Christian Post

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